Fenômeno do K-pop, ATEEZ quebra próprio recorde com novo álbum que traz faixa de funk polêmica

Fenômeno do K-pop, ATEEZ quebra próprio recorde com novo álbum que traz faixa de funk polêmica

Ou grupo K-pop os portões alcançou a maior marca comercial de toda a sua trajetória com o lançamento do mini-álbum “HORA DE OURO: Parte.5”. O projeto consolidou a ascensão global do octeto no mercado fonográfico ao estabelecer um novo recorde de vendas para os artistas em apenas uma semana.

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Foto: Twitter/@ATEEZofficial

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De acordo com dados oficiais divulgados pelo Hanteo Chart, que monitora o comércio de discos na Coreia do Sul, o mini-álbum vendeu exatamente 1.885.712 cópias físicas em seus primeiros sete dias de contagem (período entre 26 de junho e 02 de julho).

Com este resultado, o os portões superou sua marca histórica anterior, que pertencia ao álbum “O MUNDO EP.FIN: VONTADE” (2023), que havia registrado 1.707.870 cópias comercializadas no mesmo intervalo de tempo.

Produção e participações no álbum

Lançado oficialmente no dia 26 de junho, o mini-álbum é composto por cinco faixas: “MAMACITA”, “TOXINA”, “Caindo”, “Corpo” e a faixa-foco “RUIM”. Os integrantes Hongjoong e Algo assinam a composição das letras de todas as canções, mantendo o envolvimento criativo na narrativa do grupo.

O lançamento foi acompanhado pelo videoclipe de “RUIM”que adota uma estética cinematográfica e conta com a participação da atriz norte-americana Perseguir Infiniti. A artista ganhou destaque recente em Hollywood por papéis em séries como “Acima de Qualquer Suspeita”, “Uma Batalha Após a Outra” e “Os Testamentos”.

Desdobramentos de “RUIM” na fanbase brasileira do ATEEZ

Apesar do forte desempenho comercial, o retorno do grupo virou debate na comunidade latino-americana. Conforme o Linha POP abordou anteriormente, a faixa-foco “RUIM” gerou discussões. O motivo foi a escolha criativa da agência KQ Entertainment de promover a música com elementos do funk brasileiro, mas sem incluir versos em português.

A presença de linhas em espanhol, a frase “Sentimos que somos latinas” e a ausência de produtores brasileiros na ficha técnica receberam críticas. A comunidade de fãs brasileiros e latinos classificou a abordagem como superficial.

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